2008/05/23

E alegre se fez triste

Aquela clara madrugada que viu lágrimas correrem no teu rosto e alegre se fez triste como se chovesse de repente em pleno agosto Ela só viu meus dedos nos teus dedos meu nome no teu nome.E demorados viu nossos olhos juntos nos segredos que em silênicio dissemos separados. A clara madrugada em que parti. Só ela viu teu rosto olhando a estrada por onde um automóvel se afastava. E viu que a pátria estava toda em ti. E oviu dizer-me adeus:essa palavra que fez tão triste a clara madrugada. 



                                                                                                           Manuel Alegre
Escrito por Faria em 11:07:14 | Link permanente | Comments (0) |

2008/04/18

Estou a ler

Comecei a ler o livro "Cronica de uma Morte Anunciada" do autor Gabriel Garcia Marquez.
Escrito por Faria em 11:20:09 | Link permanente | Comments (0) |

2008/04/17

Dia Mundial do Livro

Livro é um amigo em quem podemos confiar .
Escrito por Faria em 12:46:49 | Link permanente | Comments (0) |

2008/04/03

Continuação do texto de Vitorino Nemésio

Já cansada a menina abrandou, para que pudessem descansar e ver o estado do cavalo de Roberto que parecia um pouco dorido e fatigado. Depois de observá-lo decidiram ir dar um passeio pelos campos, pois adoravam estar em contacto com a natureza e ver de perto as árvores que estavam a começar a florir os pássaros que chilreavam com tanta sinfonia que pareciam que queriam conservar com Margarida e Roberto. Tudo aquilo fascinava aquelas crianças que dariam tudo para salvar a vida a animais e achavam um crime o que as pessoas fazem aos pobres inocentes, pois o que eles só querem é a liberdade o que ás vezes não é possível. Depois de se deliciarem com tudo aquilo resolveram meter outra vez os pés ao caminho para continuarem. Caminhavam devagar para poderem observar tudo o que eles gostavam e com alguma sorte verem algum animal que por engano atravessaria há frente deles um pouco desnorteada procurando algum sítio para onde ir. Começou a escurecer cada vez mais e eles decidiram despachar-se para irem para casa, pois podiam ter algum contra – tempo devido ao ferimento do cavalo do Roberto, mas também ao escurecimento. Já em casa foram por os cavalos no sítio e telefonaram ao tio, pois era veterinário para na manhã seguinte se dirigir a sua casa para ver o estado do cavalo. Comeram, contaram o que se tinha passado no passeio aos pais e foram - se deitar.
Escrito por Faria em 12:41:36 | Link permanente | Comments (0) |

2008/03/07

Amor, É um grande arder,que se não sente

Amor,é um arder, que se não sente;
É ferida que dói,e não tem cura;
É febre, que no peito faz secura;
É mal, que as forças tira de repente.
 
[Vasco Graça Moura]
Escrito por Faria em 11:40:01 | Link permanente | Comments (1) |

Dido

A profundeza lenta do sofrer no sangue se emaçando se conforma...
Mas tu mulher amante nem a morte te rende ao sono para assim morreres.

[Vasco Graça Moura]
Escrito por Faria em 11:32:55 | Link permanente | Comments (0) |

Reflexão total

Recolhi as tuas lágrimas na palma da tua mão, e mal que se evaporaram todas as aves cantaram e em bandos esvoaçaram em torno da minha mão. Em jogos de luz e cor tuas lágrimas deixaram os cristais do teu amor, faces talhadas em dor na palma da minha mão.
Escrito por Faria em 11:21:40 | Link permanente | Comments (0) |

2008/03/06

Amor infinito

Amo-te até ao infinito, não sei bem o que sinto. Quando me deito, ponho-te no meu peito, quando te vejo só me apetece dar-te um beijo. Quero que vejas este poema, descobres, o que eu sinto por ti.
Porque quero ficar só contigo, vou-te amar-te até cair, só acordarei quando te vir.

 

O amor começa com um olhar,
Diz-se com uma palavra,
Sente-se com um beijo,
E perde-se com uma lágrima.
Escrito por Faria em 12:19:16 | Link permanente | Comments (0) |

2008/01/31

Poemas

Golfinhos, peixes e homens
Aprenderam a lição.
Vamos todos protestar e à poluição – Não!
(Carlos Correia)

 

É preciso aprender a escrever,
Mas também a viver!
Mas também a sonhar!
É preciso aprender a crescer,
Aprender a estudar.
(José Carlos Ary dos Santos)
Escrito por Faria em 12:46:43 | Link permanente | Comments (0) |

Poemas 2

Entre as rosas nasci,
Entre espinhos morrerei,
Mas um rapaz como tu
Jamais esquecerei.

 

És a minha estrela
És o meu luar
És a minha vida
Para sempre Amor.

 

És o brilho dos meus olhos
És a luz que me guia
És a coisa que eu tenho
E que jamais perderei.

 

Quando estás longe
Nada faz sentido
Por isso te digo
Quero estar contigo.
Escrito por Faria em 12:45:11 | Link permanente | Comments (0) |