Poemas
Aprenderam a lição.
Vamos todos protestar e à poluição – Não!
(Carlos Correia)
É preciso aprender a escrever,
Mas também a viver!
Mas também a sonhar!
É preciso aprender a crescer,
Aprender a estudar.
(José Carlos Ary dos Santos)
É preciso aprender a escrever,
Mas também a viver!
Mas também a sonhar!
É preciso aprender a crescer,
Aprender a estudar.
(José Carlos Ary dos Santos)
És a minha estrela
És o meu luar
És a minha vida
Para sempre Amor.
És o brilho dos meus olhos
És a luz que me guia
És a coisa que eu tenho
E que jamais perderei.
Quando estás longe
Nada faz sentido
Por isso te digo
Quero estar contigo.
Louco é aquele que não procura
Ser feliz com aquilo que é e com
Aquilo que possui…
Cego é aquele que não vê o seu
Próximo morrer de frio, de fome,
De miséria… mas só tem olhos
Para ver os seus insignificantes
Problemas e dores…
Surdo é aquele que não tem
Tempo de ouvir o desabafo de um
Amigo ou o apelo de um
Irmão…
Se quiser ter saúde, viva alegre…
O bom humor, o sorriso o lazer, alegria
Recuperam a saúde e produzem vida
Longa. A pessoa alegre tem o dom de
Alegrar o ambiente em que vive. O bom
Humor salva-nos das mãos do médico
E ainda…Alegria é saúde e terapia.
Certa manhã, Sexta-Feira acordara mais tarde e ficara surpreendido por não encontrar Robinson, foi então, que olhou e viu o cofre debaixo da mesa aparentemente estava fechado, mas não à chave. Levara-o para a plantação de cactos, onde o abriu e deparou-se com tecidos preciosos, jóias reluzentes, e pensou em se vestir com aquelas roupas, mas por fim achou engraçado vestir os cactos.
Depois do almoço Sexta-Feira descansava deitado na rede de lianas, quando os pássaros pousavam perto de si, ele atirava-lhes flechas com a zarabatana e à noite assava-os.
Era por hábito Robinson e o seu companheiro exercitarem todo o tipo de jogos e fazerem desafios.
Certo dia, os dois discutiram e de seguida Sexta-Feira desapareceu, regressando duas horas depois, e trazia consigo uma espécie de manequim, que demonstrava as feições do amigo como forma de amizade, Robinson ao ver aquilo ficou emocionado e abraçou-o. Como forma de agradecimento Robinson dirigiu-se até à praia onde desenhou na areia uma estátua que era semelhante a Sexta-Feira.
Sexta-Feira inventou um jogo ainda mais interessante e curioso que consistia que ele e o seu colega trocassem de personalidades.
Um dia, Sexta-Feira encontrou uma cabra ferida, cuidou dela e pôs-lhe o nome de Anda. Ora certa manhã, Sexta-Feira acordou e sentiu um cheiro a bode, não disse nada, mas ficou a pensar. Na noite seguinte, estava acordado haver se acontecia alguma coisa, foi então, que encontrou um grande bode. Sexta-Feira ficou admirado, pois nunca tinha visto nada assim, foi então, que sentiu um cheiro e deduziu que seria o rei dos bodes mais conhecido por Andoar.
Sexta-Feira já estava muito afeiçoado a Anda e não a queria perder. Então, procurou o bode para desafiá-lo e Sexta-Feira caiu juntamente com Andoar, abaixo de um precipício, mas a sorte de Sexta-Feira foi que caiu em cima do bode.
Ferido, mas ao mesmo tempo contente Sexta-Feira sentia-se glorioso por cumprir a sua promessa de matar o bode e fazê-lo voar como sempre imaginara.
Os dois amigos faziam estes divertimentos para:
- Ensinarem um ao outro aquilo que sabiam.
- Para passarem o tempo.
- Assim poderiam trocar ideias e assimilavam-nas.
Jogo
O jogo que eles poderiam ter inventado era o jogo do “Galo”. Que consiste em conseguir fazer uma linha com o mesmo símbolo.
A questão do tempo livre e lazer tornou-se uma preocupação constante nas pessoas.
O lazer está presente nas manifestações verbais e nas mais práticas corporais. Estas manifestações de lazer podem ser vistas na televisão, nas ruas, nos parques, nas universidades…
O lazer deve ser compreendido como um meio de essencial do ser humano.
Podemos considerar a ausência de qualquer actividade concreta, ou seja, uma certa liberdade de não fazer coisa nenhuma. Surgem de forma inequívoca uma tentativa de definição de um certo tempo, em contraponto com o outro tempo. Assim, parece o conceito de “baptizar” à parte do dia em que não estamos ocupados com actividades objectivamente definidas.
Certo dia, um pescador de Cefalú estava a puxar a rede para dentro do barco quando sentiu-a demasiado pesada e logo se pôs pensar coisas. Mas afinal, só se encontrava na rede um pequeníssimo peixe. Furioso, agarrou nele e preparava-se para deitá-lo novamente ao mar quando ouviu uma vozinha. Olhou em seu redor e não viu ninguém. De seguida ia devolver o peixe ao mar quando tornou a ouvir a voz. Então, reparou que a voz vinha do peixe, abriu-o e deparou-se com um menino pequeníssimo e atrás das costas tinha duas barbatanas, cumprimentaram-se e o peixe pediu ao pescador para levá-lo com ele, pois trazia-lhe fortuna. Mas esta ideia não agradava ao pescador, pois era pobre e tinha filhos para sustentar e não era preciso mais nenhum. O peixe lá o convenceu, já em casa do pescador o peixe comia muito e o pescador arrependia-se de o ter levado para sua casa. Um dia foram os dois à pesca e o pescador lançava as redes onde o menino mandava.
Em pouco tempo, o senhor enriqueceu e esqueceu-se do sofrimento que tivera enquanto era pobre, maltratava os empregados, pagava-lhes pouco e despedia-os por protestarem.
Ao ouvir isto tudo o peixe recomendou-lhe que respeitasse os outros, mas o pescador troçava do que ele dizia.
E certo dia, o senhor rico pegou no peixe e fechou-o dentro de uma enorme concha e deitou-o à água.
Agora não se sabe quanto tempo o peixe ficou lá fechado.